Diretor do CRAMI toma posse como tesoureiro no CMDCA

Nesta sexta-feira, dia 17 de janeiro, os novos membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) tomaram posse. O diretor do CRAMI, José Milani, membro do Conselho Deliberativo, foi eleito e ocupou o cargo de primeiro tesoureiro.

O prefeito de Campinas, Jonas Donizette, deu posse aos novos membros do Conselho em cerimônia na Sala Azul do Paço Municipal, ao lado das secretárias municipais de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos, Eliane Jocelaine Pereira, de Educação, Solange Villon Pelicer, e da presidente cessante do CMDCA, Leila Sarubbi.

O Conselho tem como responsabilidade deliberar e controlar as ações, governamentais e não governamentais, da política de atendimento à criança e ao adolescente em Campinas, segundo preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Para a presidência da Diretoria Executiva 2020-2021, foi escolhido Carlos Renê Fernandes de Oliveira, da Associação de Pais e Amigos de Surdos de Campinas (Apascamp); a vice-presidente é Mariana Barão, representando a Secretaria Municipal de Assistência Social, Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos de Campinas.

Elaborado com informações da Prefeitura Municipal de Campinas. Confira aqui o conteúdo completo.

 

CRAMI leva adolescentes para assistir à final do Taça das Favelas

Com o objetivo de encerrar as atividades do grupo de adolescentes e jovens e levá-los para conhecer o campeonato “Taça das Favelas”, a equipe de funcionários do CRAMI e os adolescentes estiveram na final do futebol feminino e masculino no sábado, dia 14/12, no estádio da Ponte Preta, Moisés Lucarelli. “O CRAMI fica localizado na Vila Brandina e ficamos muito felizes em acompanhar essa conquista junto a torcida”, comentou o educador social, Paulo Silva.

Quem foi aprovou a iniciativa. “Adorei, estava lotado o estádio, foi muito legal torcer!”, disse Isabela, 13 anos. “O jogo foi emocionante! Vila Brandina ganhou na final!”, afirmou outra adolescente, Marcela, 15 anos.

Saiba mais como foi a final da Taça das Favelas em: https://glo.bo/2M3vunM

 

Famílias assistem ao espetáculo do Reder Circus

Uma sexta feira para ficar na memória das famílias atendidas pelo CRAMI. Na noite do dia 13 de dezembro, o Reder Circus cedeu 100 lugares em sua plateia para as famílias e quase 90 pessoas atendidas, entre crianças e adultos, foram beneficiadas pela atração.

O evento, de caráter intergeracional, foi um momento muito importante de troca entre os familiares. “O espaço de encantamento do circo pôde proporcionar, de forma artística, a capacidade imaginativa e a superação dos limites do próprio corpo. Sorrisos e sonhos foram evidenciados no rosto de todos os participantes, inclusive dos adultos, que reencontraram seus territórios sagrados da infância durante o espetáculo”, avaliou a educadora social, Angélica Brotto que acompanhou as famílias no dia da atividade, junto com outros funcionários da instituição. O CRAMI agradece o Reder Circus pela parceria.

Fazendo Arte trabalha questão do racismo com as famílias

Com o propósito de trabalhar a temática da negritude/branquitude na sociedade, no último dia 19 de novembro, o grupo Fazendo Arte vivenciou a construção de bonecas Abayomi, entre adultos e crianças. A equipe avaliou a importância de trazer o tema para debate, uma vez que a população atendida pelo serviço é, majoritariamente, atingida pelo racismo. “Abrir espaços para novos diálogos sobre as violências estruturais, nem sempre reproduzidas de maneiras explícitas, é uma preocupação deste serviço”, ressaltou a educadora social, Angélica Brotto.
Durante a atividade, a educadora partilhou a história de tais bonecas, que carregam a resistência da população negra durante o período em que o sistema escravocrata imperou nas relações sociais do país. Angélica explicou que abayomi significa “encontro precioso” e é uma boneca de tecido feita pelas mães, somente com nós, com pedaços da própria roupa para distrair as crianças durante o trajeto que o navio negreiro fazia até o Brasil. As bonecas viraram uma tradição e um símbolo dos laços de afetos cultivados em meio à violência estrutural que tal população sofreu e sofre cotidianamente.

Jovem atendido pelo CRAMI grava videoclipe

Um processo de vinculação que foi sendo construído aos poucos. Acreditar no potencial do outro e assim possibilitar o desenvolvimento de uma pessoa. O adolescente atendido pelo CRAMI, Erike, a convite de um educador, começou a participar das oficinas de arte-educação do projeto Movimento Cultural e assim encontrou o espaço e a oportunidade para desenvolver sua potencialidade no campo da poesia e da música.

Erike já escrevia letras de rap, mas não as mostrava para ninguém. A participação nas oficinas do CRAMI abriu portas para apresentações em seminários, conferências e inclusive começou a fazer batalhas de rimas durante os intervalos das aulas. Ele também passou a interagir com os colegas da escola e formou o grupo BDI – Bonde da Improvisa.

O resultado de todo esse trabalho transformador feito com brilho nos olhos foi a gravação do videoclipe da música “Nois que tá”, de sua autoria, gravado em sua comunidade e que teve o apoio dos educadores sociais do CRAMI.

“Essa transformação do Erike foi possível devido à sensibilidade dos profissionais envolvidos em captar sua motivação e dar subsídios para que ele desenvolvesse a autonomia e o protagonismo em seus percursos, possibilitando a tomada de decisões, o olhar crítico da realidade e a expressividade através da arte-educação. A articulação em rede entre a assistência e a educação também foi importante para o compartilhamento de saberes”, avaliou o educador social Paulo Silva.

O resultado desse trabalho pode ser conferido aqui:

Videoclipe

Making of

Os créditos vão para 🎼MWrap produções, 🎬🎥 Oh geral, com o apoio do Crami Campinas.

Grupo de adolescentes participa de oficina de escalada

Na tarde do dia 08/11, dez pessoas, entre adolescentes, jovens e educadores, participaram de mais uma edição da oficina de escalada na Unicamp, em parceria com o GEEU (Grupo de Escalada Esportiva da Unicamp).

“Os adolescentes puderam experimentar os desafios de escalar e conhecer mais sobre seu corpo e sua capacidade de gerar saúde”, explicou o educador social, Paulo Silva.

Esta atividade faz parte das ações junto ao grupo de adolescentes e jovens no CRAMI que têm como objetivo possibilitar um lugar de convivência, pertencimento e descoberta de potencialidades através de práticas e metodologias que estimulem a criatividade, o exercício da cidadania e sua emancipação, visando o fortalecimento na garantia de direitos.