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Prosa & Café trabalha questões de violência em comunidade da região noroeste

Proporcionar a aproximação do CRAMI com a comunidade; fortalecer a vivência no espaço coletivo; propiciar a troca de saberes entre os participantes do grupo; fortalecer vínculos; garantir o acesso aos equipamentos e seus serviços no território. Esses são os objetivos da iniciativa Prosa & Café que começou no fim de março e soma cinco encontros até o momento. As rodas de conversa acontecem no salão de festas do bloco R do condomínio de prédios Jardim Bassoli, que fica no bairro São Bento na região Noroeste de Campinas, área de grande vulnerabilidade social.

“Até o momento, podemos dizer que conseguimos cativar o grupo. Começamos a aproximação com a comunidade de forma devagar e respeitosa, mostrando que nosso objetivo é contribuir e ser um espaço de reflexão sobre as questões de violência”, explica a psicóloga do CRAMI, Fabiana Belintani que compõe a comissão deste projeto junto com a também psicóloga Keli Bevilacqua, e o educador social Paulo Silva.

O projeto também tem a proposta de ampliar o olhar e o conhecimento sobre a região Noroeste e suas especificidades, para deste modo traçar melhor as estratégias de enfrentamento às vulnerabilidades e às violações de direitos.

Os encontros acontecem às quartas-feiras, a cada 15 dias, no mesmo espaço. “Participam em média 15 pessoas, o que indica a boa aceitação do Prosas. Percebemos que eles já ficam esperando o próximo encontro. Isso mostra confiança em nosso trabalho”, finaliza Fabiana.

CRAMI faz roda de conversa sobre violência na ORCAMPI

Com o objetivo de conscientizar crianças e adolescentes atendidos pela ORCAMPI – Organização Funilense de Atletismo – , o CRAMI promoveu rodas de conversa com as crianças e adolescentes sobre os tipos de violência, sobre o quePalestra Orcampi2 configura abuso sexual e como denunciar casos de violência, utilizando como base a campanha de prevenção “Não é não”, lançada no Carnaval deste ano.  Os encontros aconteceram no período da manhã e da tarde e foram conduzidos pela psicóloga Cristiane Vidolin e pelos educadores sociais Alexandre Alves, Paulo Silva e Thaís Mello.

“Trabalhamos situações do dia a dia, como o assédio que acontece dentro de um ônibus ou num baile funk por exemplo. Através da encenação de fatos do cotidiano, fomos explicando que tipo de comportamento configura abuso sexual. Foi muito proveitoso e esclarecedor para eles”, conta Cristiane sobre como foi a conversa com o grupo da manhã.

Na parte da tarde, os educadores Thaís e Paulo optaram por promover dinâmicas de grupo. “Fizemos uma oficina para problematizar situações atuais que vivenciamos na mídia, a fim de trabalhar com o corpo e aumentar a consciência sobre os cuidados e as prevenções necessárias”, explica Thaís.

As rodas de conversa foram uma solicitação da Unimed Campinas, que patrocina o instituto.

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